PRA ONDE VAI O LIXO DE CADA DIA?




Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h31
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JOGA FORA NO LIXO!!

Crie sua própria paródia sobre esta música, sempre enfatizando o tema.

 



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h27
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Reportagem AUDIO: Pra onde vai o lixo da sua casa?

Você considera que essa reportagem pode ser utilizada para deficientes visuais e como?

 



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h01
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Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 20h17
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Mesmo desativado, aterro de lixo industrial
em Cubatão (SP) oferece riscos à saúde humana
  


Foto: Agência Notisa

Moradores apresentam no sangue elevada concentração de resíduos perigosos e pesquisadores alertam sobre a necessidade urgente de medidas saneadoras.



O aterro a céu aberto de Pilões, onde era depositado o lixo de cinco indústrias do município de Cubatão (SP), recebia por ano cerca de mil toneladas de uma variedade de resíduos perigosos, responsáveis por enfermidades graves que, muitas vezes, levam até à morte. Embora esse aterro tenha sido coberto com material inerte e desativado há quase 20 anos, os catadores de lixo e suas famílias continuam residindo no local. E muitas dessas pessoas têm no sangue elevada concentração de praguicidas organoclorados, resíduos perigosos que podem enfraquecer o sistema imunológico, causar câncer e gerar distúrbios no sistema nervoso central, entre outros problemas cujas seqüelas são irreversíveis.

Essa é a conclusão de um estudo realizado por Eladio Santos Filho, do Hospital Guilherme Álvaro, da Secretaria de Estado da Saúde de Santos (SP), em conjunto com pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo e do Instituto Adolfo Lutz. Os resultados da pesquisa foram publicados na Revista de Saúde Pública, na edição de agosto de 2003.

Além de investigarem os moradores de Pilões, Eladio e sua equipe examinaram um grupo-controle, formado por pessoas que, embora também vivessem em Cubatão, não estavam diretamente expostas aos resíduos perigosos do aterro. “O número de pessoas em Pilões que apresentou algum resíduo de praguicida organoclorado no sangue foi de 212 pessoas, ou seja, 95,5% de todos que realizaram esse exame”, dizem os pesquisadores no artigo. Já no grupo-controle, houve 141 exames positivos para praguicidas organoclorados, que representam pouco menos de 60% do total de exames.

“Os moradores de Pilões não só apresentaram maior número de pessoas com resíduos de praguicidas organoclorados, como também concentrações mais elevadas do que o grupo-controle”, comentam Eladio e sua equipe no artigo. Em Pilões, até bebês com menos de um ano de idade já estavam contaminados pelos resíduos perigosos.

Os resultados do estudo, segundo os pesquisadores, demonstram que a população de Pilões está sob grande de risco de exposição a todos os praguicidas organoclorados existentes na área do antigo aterro. “Do ponto de vista da saúde pública, tal condição já é suficiente para justificar medidas saneadoras, como a limpeza da área com remoção dos resíduos perigosos ou, na sua inviabilidade, a remoção das pessoas do local de risco”, afirmam Eladio e sua equipe no artigo. “Não há que se aguardar ao aparecimento de efeitos tóxicos para tomar as medidas necessárias à preservação da saúde da população”, concluem.



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 20h06
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Aprenda brincando quanto vive um lixo??

Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h54
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ERRADO
Lixo é retirado do Hospital Nereu Ramos, na Agronômica: saco de plástico deveria ser branco com uma cruz vermelha
Fotos Guilherme Ternes

Transporte de lixo biológico é irregular
Conselho Regional de Farmácia estima que apenas 28% dos 50 laboratórios de análises clínicas cumprem normas necessárias



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h31
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HSP ensaca de branco duas toneladas
de lixo contaminado por dia


HEI!!!ISSO DA SAMBA

Josiane Gregorio

Funcionários do Hospital São Paulo estão sendo orientados a separar em sacos brancos as duas toneladas de lixo contaminado das seis que produz diariamente. A orientação faz parte do trabalho de conscientização sobre coleta e tratamento final do lixo hospitalar, que a Comissão de Adequação de Materiais e Energia do hospital vem desenvolvendo.

De acordo com o infectologista Edwal A. Campos Rodrigues, as normas distribuídas são parte integrante do Decreto Municipal de dezembro do ano passado. "Nossa mentalidade com relação à segregação de resíduos é recente", afirmou.

A primeira parte dos trabalhos, iniciada no começo do ano, consta da distribuição de material impresso referente à segregação, acondicionamento, transporte, coleta interna, abrigos independentes e diferenciados para a coleta externa (ver texto abaixo).

Segundo Rodrigues, até há cerca de cinco anos pela legislação estadual não era permitido reciclar nenhum tipo de resíduo do serviço de saúde. Todo o lixo, infectante ou não, era incinerado. "Depois, surgiu uma lei que permitia a reciclagem, e logo em seguida este decreto mais recente que torna obrigatória a segregação", disse.

Para o infectologista, é necessário mudar o comportamento e a cultura para que a política dos três erres - reduzir, reutilizar e reciclar - seja de fato bem-sucedida. "Inclusive o próprio paciente deve fazer parte disso", afirma.

"Se tratarmos mal o nosso lixo, nossos médicos, alunos e residentes saem daqui achando que lixo é lixo e acabou", salienta.

"Do total, de 30% a 40% é lixo infectante, e o restante, lixo comum", afirma o infectologista. O lixo comunitário (não infectante) é retirado dia sim, dia não, segundo normas da Prefeitura. E o lixo infectante é retirado diariamente, menos aos domingos.

Comissão realiza treinamento constante

A Comissão de Epidemiologia Hospitalar realiza palestras regulares aos funcionários. "No âmbito médico, passamos os informes durante as reuniões do Departamento de Cirurgia e mais recentemente temos acesso também aos residentes do primeiro ano, quando falamos sobre o programa de acidentes, sobre o material de que dispomos e sobre os acidentes mais comuns", explica a enfermeira Elisa Halker, da comissão.

Para oferecer apoio em casos de acidentes durante os procedimentos, foi criado há cerca de seis anos o programa de notificação de acidentes para profissionais da área de saúde do HSP com material pérfuro-cortante e exposição de mucosas. O programa fornece informações e profilaxia sobre acidentes.

Existe um número de bip afixado nas enfermarias (253-4545, cód. 185080) que pode ser acionado ininterruptamente em caso de acidentes. "Quando surge algum problema, são tomadas as providências profiláticas, e é feito um acompanhamento pelo Serviço de Segurança, Engenharia e Medicina do Trabalho", diz outra enfermeira da comissão, Fernanda Parreira.

Até outubro passado, o programa recebeu mil notificações de acidentes. Cerca de 70% envolviam agulhas e sangue. Durante o programa foram aplicadas cerca de 800 doses da vacina contra a hepatite B. A categoria profissional mais notificada foi a de Auxiliar de Enfermagem (32,6%). A maioria dos acidentes aconteceram após o procedimento, com material deixado em local impróprio.
 

O que fazer com os resíduos

Todo resíduo de saúde sólido infectante apresenta risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente, devido à presença de agentes biológicos ou seus produtos.

Esses resíduos devem ser acondicionados em saco plástico branco leitoso, que deve necessariamente ser utilizado em todos os locais intra e extra hospitalares ("casinhas", consultórios, laboratórios) onde haja geração de resíduos infectantes.

Alguns exemplos de resíduos infectantes: sangue ou derivados; cultura de microbiologia; resíduos cirúrgicos, secreções e excreções; e materiais pérfuro-cortantes.

Lixo comum

Os resíduos sólidos de serviço de saúde comuns são aqueles gerados nas atividades administrativas. São materiais e produtos que não entram em contato direto com o paciente ou com suas secreções e excreções.

Os resíduos comuns devem ser acondicionados em sacos plásticos de cor preta, que devem ser utilizados necessária e exclusivamente em todas as unidades intra e hospitalares onde haja geração de resíduos comuns.

Locais indicados paara isso são as áreas administrativas (papéis e papelões administrativos), de ambulatórios (caixas e bulas de medicamentos, vidros e frascos de medicamentos intactos, plásticos, frascos plásticos de sacos que não entraram em contato com o paciente).



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h28
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Em seguida, que tal praticar os 3 Rs?

1 o "R": REDUÇÃO NO CONSUMO E NO DESPERDÍCIO

desenho do caracol tendo uma idéia
Vou evitar a produção de lixo pensando duas vezes antes de comprar ou usar algum produto

Algumas dicas:

  • aproveite as duas faces das folhas de papel, tanto na escrita, quanto para impressão e fotocópias
  • faça apenas o número necessário de fotocópias
  • adote coadores, guardanapos e toalhas de pano
  • revise textos na tela do computador antes de imprimi-los
  • use envelopes só quando necessário
  • recuse folhetos de propaganda que não forem de seu interesse
  • faça assinatura comunitária de jornais e revistas
  • compre a granel hortifrutigranjeiros, grãos e produtos de limpeza nas feiras e sacolões, por exemplo
  • substitua descartáveis como fraldas, copos, talheres, canudos e isqueiros por similares duráveis
  • aproveite talos e folhas de verduras, cascas de frutas, etc.
  • diminua o desperdício de alimentos e
  • evite embalagens supérfluas, sofisticadas ou de difícil (isopor, caixas tipo longa vida, etc.) ou nenhuma (celofane, papel aluminizado, etc.) reciclagem no Brasil.


2o "R": REUTILIZAÇÃO DE OBJETOS E MATERIAIS

Vou aproveitar ao máximo os produtos antes do descarte.

desenho do caracol tendo uma idéia
Algumas dicas:
  • reaproveite envelopes, cartolinas e folhas de papel com verso livre para rascunho ou para imprimir documentos a serem enviados por fax, sacolas e papéis de embrulho
  • utilize frascos e potes
  • reaproveite sobras de materiais de construção
  • conserte utensílios e aparelhos (em sapateiros, costureiros, restauradores, etc.) ou transforme-os em outros e doe ou troque  de tudo, em sebos, brechós, etc. antes de descartar...

3o"R": RECICLAGEM

Na verdade, não dá para "reciclarmos", propriamente, resíduos em casa ou no trabalho (exceto papel). A reciclagem é um processo industrial que demanda equipamentos e técnicas especiais. Podemos, sim, separar diversos materiais e encaminhá-los alternativamente.

Vou planejar o destino do meu lixo


*Adotamos o termo reciclável para indicar apenas os materiais que são passíveis de reciclagem tanto tecnológica quanto comercialmente no país. 

Algumas dicas:

  • Separe os recicláveis como  papéis, plásticos, vidros e metais. Os materiais devem estar limpos (livres de resíduos orgânicos, restos de comida).

  • Saiba mais sobre as Cores dos Containers.

  • Mas não adianta só separar estes materiais, certo? O coletor de lixo vai misturar tudo e destiná-lo ao aterro...

    Então... 

Para onde posso encaminhar meus recicláveis?

Eis algumas opções...

Programas municipais de coleta seletiva. Verifique se há, onde você mora (ou estuda ou trabalha) um programa de coleta seletiva porta-à-porta ou de entrega voluntária em recipientes ou containers específicos. Consulte a Prefeitura de sua cidade para obter informações de outras alternativas ou o Compromisso Empresarial para Reciclagem - CEMPRE.

Equipe de Limpeza. Consulte os auxiliares de limpeza de seu prédio, condomínio, escola ou local de trabalho. Muitos costumam comercializar estes materiais com sucateiros ou aparistas e ficariam satisfeitos em receber contribuições de materiais separados e limpos. Além de diminuir o volume do seu lixo, esta prática também pode ajudar a complementar a renda destes funcionários.

Catadores. Estes "recicladores" informais são responsáveis por grande parcela dos materiais recuperados do lixo em nosso país, prestando um verdadeiro serviço de utilidade pública. Descubra os catadores, carrinheiros ou carroceiros do seu bairro, combine com eles alguma rotina e freqüência de coleta e doe seus recicláveis. Lembre-se de que eles normalmente preferem os materiais atualmente mais valiosos no mercado (papelão e alumínio), para compensar todo o esforço do transporte. Consulte novamente a prefeitura de sua cidade, que pode ter um cadastro das associações ou cooperativas de catadores.

Sucateiros. Na ausência de catadores, ou no caso de se desejar organizar a retirada de um volume "maior" de materiais, procure os sucateiros ou entidades assistenciais de sua região, também consultando as páginas amarelas do catálogo telefônico sob os títulos sucata, ferro-velho, aparas ou o CEMPRE.

Em qualquer caso, para criar um sistema de coleta seletiva, dentro de um programa de minimização de resíduos, consulte como trabalhamos.

Pilhas e baterias. A Resolução 257 do CONAMA, de 30 de julho de 1999 determina que é de responsabilidade dos fabricantes e importadores os procedimentos de coleta, armazenamento, transporte, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada desses resíduos.

Para saber onde levar levar suas pilhas e baterias usadas, consulte a lista dos postos de coleta no site do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br, você pode acessar direto a lista escolhendo "Vá direto, Riscos ambientais-Pilhas e Baterias). Leia também o esclarescimento da ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) sobre a reciclagem de pilhas alcalinas.



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h09
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Já olharam em torno de si, nas atividades devidas ao homem, quanto lixo é gerado?

A atividade mais tranqüila, como sentar-se em frente à televisão, acarretará a geração de um resíduo, que será um resto de um tira-gosto ou uma ponta de cigarro; esses resíduos, pode-se dizer que são devidos ao consumo final de bens. Pensem, agora, que, para produzir esses mesmos bens, quantos resíduos foram gerados nas fábricas de tira-gostos a nas de cigarros.

Pode-se afirmar, com certeza, que o homem é um gerador contínuo de resíduos extra-naturais, se comparado a outros animais.

Dos lixos urbanos, há aqueles chamados lixos domésticos, que são os resíduos gerados no dia-a-dia nas residências dos cidadãos e por extensão, nos restaurantes, hospitais e nos locais de trabalho (neste caso, somente considerando aqueles assemelhados aos gerados nas residências).

Dos lixos domésticos se excluem, para facilitar o entendimento, os pós de varrição, os restos de obras e os líquidos que vão esgoto abaixo, entre outros que não ficam bem caracterizados.

Dessa forma, pode-se dizer que nossos lixos domésticos se constituem basicamente de papéis em geral, embalagens diversas em vidro, metal, plásticos e caixas, além de restos de alimentos (que são a parte orgânica do lixo) e outros eventuais, como utensílios descartáveis com o uso.

Nos países adiantados e em algumas cidades brasileiras de "primeiro mundo", são feitas, nas residências, segregações primárias do lixo, normalmente utilizando dois recipientes, um para "úmidos", que são os restos de alimentação e papéis molhados e aqueles na fronteira da dúvida como fraldas, canetas e aparelhos de barbear descartáveis. No outro recipiente, para "secos", vão as embalagens e jornais. A coleta dos "úmidos" é feita diariamente e a dos "secos", uma ou duas vezes por semana, por outra equipe.

Evidente é que, quanto mais rico um país ou cidade, maior é o volume de lixo doméstico gerado. Em média, uma família de quatro pessoas nos E.U.A. – como é mostrado em interessante museu em Cincinnati (Ohio) – gera, um lixo úmido por mês correspondente a uma pilha de 3 metros de altura de sacos de 100 litros e com certeza, estão ali misturados, a cada ano, 16 bilhões de fraldas descartáveis, 2 bilhões de lâminas de barbear e 1,6 bilhão de canetas plásticas.

A destinação correta dos lixos domésticos é uma incógnita, porque depende de muitos fatores a serem considerados na decisão. Nos próprios países adiantados, por exemplo, há aterros sanitários para orgânicos (Pittsburgh), onde nem se cogita do aproveitamento dos gases gerados (são queimados) ou de produzir adubos (compostagem), dando-se, todavia, extremo cuidado à proteção do solo e ao tratamento do chorume (caldo orgânico gerado na decomposição) que é altamente poluidor dos corpos hídricos.

Vê-se então que, só no caso dos lixos "úmidos" (orgânicos), há vários caminhos a serem considerados numa decisão: utilizar o gás? fazer a compostagem para produzir adubos? ou simplesmente não fazer nada disso. Para as duas primeiras perguntas serem respondidas, necessário se faz que outras duas também o sejam com relação à demanda: quem vai utilizar gás e como? quem vai utilizar o adubo e vai haver consumo permanente?

Abordando, agora, o caso do apelidado "lixo seco", muitas variantes também se apresentam e que têm que ser levadas em consideração:

os lixos "úmidos" e "secos" devem ser segregados na fonte ou na usina de lixo?
as donas de casa aceitariam segregar seus lixos?
a municipalidade garantiria a coleta?
o mercado comprador é firme?

Como conclusão, temos a certeza que as soluções para o lixo doméstico não podem ser padronizadas, haja vista que cada região e cada município têm suas características de cultura e potenciais geradores diferentes e isso ocorre até dentro de um mesmo município. Dessa forma, ao se lançar um projeto de coleta seletiva, esse deve ser previamente muito bem debatido com a população alvo, para que se sinta o que será melhor aceito por ela e também muito bem analisada a demanda, caso contrário, haverá o risco de se gerar outras pilhas de "lixo".



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 21h03
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 Você sabia?? que cada um de nós, brasileiros produz mais de 800gr de lixo por dia. 

Como você pode diminuir a quantidade de lixo gerado diariamente?



Escrito por Alexsandro,Carlos,Diogo,Valner às 20h12
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